Nessa data tão especial e tão querida dos Brasileiros #SQÑ, a Ruivinha aqui decidiu fazer essa playlist bizarra para dançarmos e esquecermos um pouco o que rolou naquele dia...
A propósito, fui ao banheiro e achei que era replay, mas já estava 5x0 :'(
Levantem de suas camas/cadeiras/sofás, chamem o David Luiz e venham dançar o/
#1 - Moskau
#2 - Rocking son of Dschinghis Khan
#3 - Loreley
#4 - Rom
#5 - Klablautermann
#6 - Pistolero
#7 - Dschinghis Khan
E para dar um desconto a nossos compatriotas... A versão BR, Brazilian Genghis Khan
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quarta-feira, 8 de julho de 2015
domingo, 2 de setembro de 2012
Crônica da Madruga: Especial Seu Madruga
Boa noite, madrugueiros da net... Há muito tempo não fazia um Crônica da Madruga né? Bem, são 01:17 da manhã, estou sem sono e meu bebê está tentando fugir pelo meu umbigo, ou seja, sono ZERO. Por isso, decidi adiantar esse post. Vai ficar mais ou menos porque não preparei muita coisa, porém o que vale é a intenção.
Pouca gente, aliás, pouquíssima gente sabe que hoje, 02 de Setembro, seria celebrado os 89 anos de uma das maiores lendas do humor mexicano. Falo de Ramón Goméz Valdés y Castillo, ou simplesmente Ramón Valdés, Don Ramón, Monchito... Aqui no Brasil, Seu Madruga, nosso querido Madruguinha.
Para quem acha que a carreira de Valdés resume-se apenas aos personagens interpretados nos seriados humorísticos criados por Roberto Bolaños, o Chespirito, está redondamente enganado. Ramón iniciou sua carreira artística no cinema em 1948, atuando ao lado dos irmãos em pequenos filmes. Na década de 60, teve papéis em filmes de Pedro Infante e Cantinflas, famosos comediantes do país. Ao todo, fez mais de 100 filmes.
Ramón também atuou em algumas novelas. O destaque fica por conta de "Lupita", protagonizada pela hoje comediante Angelica Vale (a Letty de La Fea Más Bella), exibida pelo SBT em 1985. Infelizmente, não localizei informações sobre a atuação dele nesta novela.
Apesar do destaque no cinema, foi com a TV que Monchito tornou-se conhecido internacionalmente. Em 1968, fora convidado por Chespirito para, junto com María Antonieta de las Nieves (a Chiquinha) e Rubén Aguirre (o Professor Linguiça Girafales), formar o elenco do programa "Los supergenios de la mesa cuadrada", que em 70 tornou-se "Chespirito" e assim ficou até 1973, quando surgiram os programas "El Chapulín Colorado" e "El Chavo del 8". No primeiro, vale destacar os grandes personagens interpretados por Ramón, como Tripa Seca, Racha Cuca, o pirata Alma Negra, o anão Zangado (em Blanca de Nieve y los 7 Churin Churin fun flays) e Super Sam, uma "fusão" do Superman com o Tio Sam, obviamente, usado como sátira aos americanos. Em 1979, deixou o seriado e partiu para a Venezuela, atuando com Carlos Villagrán, o Quico, no programa "Federrico", no qual Valdéz interpretou Don Mocho, dono de uma mercearia, no entanto, em 1981, retorna para o México e a trabalhar com Bolaños, desta vez no seriado "Chespirito". Voltou a trabalhar com Villagrán em 87 em seu próprio seriado, intitulado "Ah, que Kiko!", mas por pouco tempo, pois já estava agravado seu estado de saúde.
Dentre os colegas de elenco em Chespirito, possuía maior proximidade com Carlos Villagrán, Edgar Vivar (o Senhor Barriga) e Angelines Fernandez (a Bruxa do 71 Senhorita Clotilde). Villagrán já relatou que, quando percebeu que o amigo já estava muito debilitado, falou em gesto de amizade "nos vemos lá em cima, no céu". Segundo ele, Ramón riu e respondeu "não se faça de louco, nos vemos no inferno".
Outro relato fora dado por Edgar que, em uma de suas últimas visitas, ouviu do amigo "Senhor Barriga, não poderei lhe pagar o aluguel".
Ramón faleceu em 9 de Agosto de 1988, aos 64 anos, em decorrência a um tumor maligno no estômago, provavelmente oriundo de um que já existia em seu pulmão, já que este era fumante ativo e não abandonou a nicotina nem quando estava internado.
Em seu enterro, Angelines ficou por cerca de duas horas ao lado de seu caixão, lamentando profundamente a morte de seu amigo. Durante o velório, passou todo o tempo murmurando entre as lágrimas "mi rorro", forma carinhosa como o chamava. A família garante que, após a morte de Valdés, Angelines nunca mais foi a mesma e descuidou-se da saúde. A atriz faleceu seis anos depois, também vítima de câncer.
Bom, fica aqui essa homenagem ao meu personagem preferido de toda a série Chaves, tido por muitos como vagabundo, mas que já teve todo tipo de profissão possível, que ao mesmo tempo que afirma que "não existe trabalho ruim, o ruim é ter que trabalhar", também prega a filosofia do "não há nada mais trabalhoso do que viver sem trabalhar", um homem que apanha injustamente, mas quando o grande causador da maioria das pancadas recebidas falha, ele assumi o erro em seu lugar em um bravo ato de nobreza. Talvez seja por isso que Seu Madruga é tão amado aqui no Brasil: por ser a cara do povo brasileiro.
Pouca gente, aliás, pouquíssima gente sabe que hoje, 02 de Setembro, seria celebrado os 89 anos de uma das maiores lendas do humor mexicano. Falo de Ramón Goméz Valdés y Castillo, ou simplesmente Ramón Valdés, Don Ramón, Monchito... Aqui no Brasil, Seu Madruga, nosso querido Madruguinha.
![]() |
| Los Supergenios de la mesa cuadrada |
| Ah qué Kiko |
Outro relato fora dado por Edgar que, em uma de suas últimas visitas, ouviu do amigo "Senhor Barriga, não poderei lhe pagar o aluguel".
Ramón faleceu em 9 de Agosto de 1988, aos 64 anos, em decorrência a um tumor maligno no estômago, provavelmente oriundo de um que já existia em seu pulmão, já que este era fumante ativo e não abandonou a nicotina nem quando estava internado.
Bom, fica aqui essa homenagem ao meu personagem preferido de toda a série Chaves, tido por muitos como vagabundo, mas que já teve todo tipo de profissão possível, que ao mesmo tempo que afirma que "não existe trabalho ruim, o ruim é ter que trabalhar", também prega a filosofia do "não há nada mais trabalhoso do que viver sem trabalhar", um homem que apanha injustamente, mas quando o grande causador da maioria das pancadas recebidas falha, ele assumi o erro em seu lugar em um bravo ato de nobreza. Talvez seja por isso que Seu Madruga é tão amado aqui no Brasil: por ser a cara do povo brasileiro.
domingo, 26 de fevereiro de 2012
Curiosidades da nossa infância
Fuçando na net, encontrei algumas imagens curiosas de programas que nós, com mais de 20 anos, certamente assistimos...
Cocoricó
Aposto que você sempre achou que eram robôs
Eis aí o dublê do Jaspion
Jornal Rá-tim-bum
O ALF era um anão
Eu sempre perguntei: como fazem para esconder os corpos???!
O beijo de Dona Florinda e Chaves
Beakman
Você sabia que o Fofão...
e o Patropi são a mesma pessoa?
E que o professor Tiburcio,...
o Telekid...
...é o Marcelo Tas?
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Especial Fernando Colunga: as mil faces de um Galã
Não é segredo para ninguém que eu sou completamente louca e apaixonada pelo ator e dublador mexicano Fernando Colunga, atualmente no ar na TV brasileira no SBT, interpretando Luís Fernando, na reprise de Maria la del Barrio.
A verdade é que o perfeitíssimo começou a trabalhar na Televisa como dublê, em 1988. Antes tinha sido Barman e administrador, além de ter estudado engenharia civil.
Já ganhou inúmeros prêmios como ator e atuou em diversas novelas com grandes atrizes. A coisa que mais admiro nele, além da beleza, é o fato de conseguir interpretar os mais diversos tipos de personagens. Colocarei aqui imagens e descrições de todos os personagens interpretados por ele nas novelas exibidas no Brasil:
Em 1992, interpretou Chico, em Maria Mercedes. Fazia o papel do "Bad Boy" vizinho da "Minhoca", que sempre arrastou uma asinha para ela, mas nunca obteve sucesso. A graça desse personagem era a mania de misturar expressões em inglês nas suas frases.
Já em Marimar, de 1994, interpretou o "bom moço" Adrian Rosales, um engenheiro que chegou a San Martin de la Costa e logo se encanta pela bela Marimar. Chega a propor casamento a jovem, porém esta desiste quando Sergio, seu grande e verdadeiro amor, reconhece seus erros e decide voltar a viver com ela.
Talvez esse seja o auge do ator aqui no Brasil: o canalha, manipulador, mimado, safado, porém sonho de consumo, Luís Fernando de la Vega, de Maria la del Barrio, de 1995. A novela é dividida em duas fases. Na primeira, ele está exatamente da forma como descrevi e, tudo que faz, é querer se vingar de um "fora" que levou em cima da pobre e ingênua Maria. Não entrarei em detalhes, afinal... A novela está no ar (acho difícil alguém ainda não ter assistido, mas...ODEIO SPOILERS)
Em 1997, ao lado de Letícia Calderón, estrelou Esmeralda. Na trama ele é Jose Armando Peñarreal, um jovem culto e bem educado, que na verdade é filho de uma mulher pobre, porém foi trocado pela parteira Dominga, para dar alegria de um filho homem a Don Rodolfo Peñarreal. A verdadeira criança Peñarreal é na verdade Esmeralda, que nasceu cega e, por ironia do destino, conhece e se apaixona por Jose Armando.
Em 1998, Fernando Colunga interpreta o corno manso, digo, milionário falido Carlos Daniel Bracho em La Usurpadora, talvez, junto com Luís Fernando, um dos papeis mais reconhecidos dele no Brasil.
Na trama ele é pai de dois filhos e está em seu segundo casamento, com a excêntrica, adultera, fútil e ardilosa Paola. Porém, após uma tramoia da mesma, ele se apaixona pela gêmea de sua mulher, a meiga Paulina, que chega a sua casa se passando pela irmã. (vai ver o resto no Youtube, vai....) Interpretou o mesmo papel em "Mas allá de la usurpadora.
Nos anos 2000, interpretou o mulherengo e aventureiro Carlos Manuel Rivero, na segunda fase de Abrazame muy fuerte. Na trama, Maria do Carmo se apaixona perdidamente por ele na primeira vez que o vê, mas o rapaz é dado a aventuras e se envolve com Débora, a amante do próprio tio, mas se separa dela e passa a namorar Cristina ao ver que é totalmente apaixonado por ela, e Estela o acha um bom homem e como para todos os efeitos é a mãe de Maria do Carmo, consente o namoro, mas antes avisa a Cristina, que fica feliz ao ver a filha despertar para a vida.
Em 2003, ao lado de Adela Noriega, protagonizou Amor Real, uma novela que se passa no século XIX, onde era proibido o romance entre pessoas de classes diferentes.
O galã interpreta Manuel
Fuentes Guerra, um jovem médico, filho bastardo de Joaquin
Fuentes Guerra. Aborrece a sociedade em que convive. Apesar de seus modos um
tanto ríspidos no fundo, tem um coração muito bom. Apaixona-se por Matilde
Peñalver, para quem será um marido dedicado e carinhoso.
Em 2007, veio a revolução!! Meu papel preferido já feito por ele. Na telenovela Pasión (exibida no Brasil entre 2010 e 2011 pela CNT), Fernando deu vida a Ricardo de Salamanca y Almonte. O ódio nutrido por anos de seu tio Timóteo para com seu pai fez com que este o acusasse de assassinato após a morte de seu progenitor, obrigando-o a fugir. Na fuga, seu barco é atacado por piratas que dão-lhe duas escolhas: morte ou pirataria. A partir daí passa a ser conhecido como El Antillano. Sequestra Camila Darién , porém esta é comprada por seu tio e herda sua fortuna, após a morte do velho. Com o tempo os dois se apaixonam, e terão que lutar contra muitos para serem felizes (Vai no youtube, vai....)
Em 2008 interpretou Eduardo Juarez y Cruz/Franco Santoro, na envolvente Mañana es para Siempre. Após ser acusado de aproveitador pela malvada Bárbara Greco (tudo por que deu um beijo inocente em Fernanda Elizalde no dia da primeira comunhão da garota) é enviado para um internato na cidade grande, crescendo longe da mãe e dos amigos de infância. Os anos passam e Eduardo, depois de ter se magistrado nos Estados Unidos, volta à fazenda e encontra sua mãe muito doente. Ela conta do suplício que tem vivido e ele jura fazer justiça.
Usando o nome de Franco Santoro, jura revelar a verdade sobre Barbara Greco e Artêmio Bravo, salvar a família Elizalde e, assim, viver feliz com Fernanda. (VAI PRO YOUTUBE OU WIKIPÉDIA SE QUISER SABER MAIS)
Reza a lenda que o SBT comprou a última novela interpretada pelo Galã, Soy tu Dueña, porém, até agora não houve nenhuma confirmação dos fatos pela emissora de Silvio Santos. Dessa vez, o astro protagoniza a trama ao lado de Lucero (que foi a antagonista Barbara Greco em Mañana es para simpre) e Gabriela Spanic (com que atuou em La Usurpadora). Por hora, é só cruzar os dedos e esperar. Neste ano, Fernando completará 46 anos e, por enquanto, não fora chamado para nenhum projeto neste ano. Foi isso. Espero que tenham gostado desse especial!!!
A verdade é que o perfeitíssimo começou a trabalhar na Televisa como dublê, em 1988. Antes tinha sido Barman e administrador, além de ter estudado engenharia civil.
Já ganhou inúmeros prêmios como ator e atuou em diversas novelas com grandes atrizes. A coisa que mais admiro nele, além da beleza, é o fato de conseguir interpretar os mais diversos tipos de personagens. Colocarei aqui imagens e descrições de todos os personagens interpretados por ele nas novelas exibidas no Brasil:
Em 1992, interpretou Chico, em Maria Mercedes. Fazia o papel do "Bad Boy" vizinho da "Minhoca", que sempre arrastou uma asinha para ela, mas nunca obteve sucesso. A graça desse personagem era a mania de misturar expressões em inglês nas suas frases.
Já em Marimar, de 1994, interpretou o "bom moço" Adrian Rosales, um engenheiro que chegou a San Martin de la Costa e logo se encanta pela bela Marimar. Chega a propor casamento a jovem, porém esta desiste quando Sergio, seu grande e verdadeiro amor, reconhece seus erros e decide voltar a viver com ela.
Talvez esse seja o auge do ator aqui no Brasil: o canalha, manipulador, mimado, safado, porém sonho de consumo, Luís Fernando de la Vega, de Maria la del Barrio, de 1995. A novela é dividida em duas fases. Na primeira, ele está exatamente da forma como descrevi e, tudo que faz, é querer se vingar de um "fora" que levou em cima da pobre e ingênua Maria. Não entrarei em detalhes, afinal... A novela está no ar (acho difícil alguém ainda não ter assistido, mas...ODEIO SPOILERS)
Em 1997, ao lado de Letícia Calderón, estrelou Esmeralda. Na trama ele é Jose Armando Peñarreal, um jovem culto e bem educado, que na verdade é filho de uma mulher pobre, porém foi trocado pela parteira Dominga, para dar alegria de um filho homem a Don Rodolfo Peñarreal. A verdadeira criança Peñarreal é na verdade Esmeralda, que nasceu cega e, por ironia do destino, conhece e se apaixona por Jose Armando.
Em 1998, Fernando Colunga interpreta o corno manso, digo, milionário falido Carlos Daniel Bracho em La Usurpadora, talvez, junto com Luís Fernando, um dos papeis mais reconhecidos dele no Brasil.
Na trama ele é pai de dois filhos e está em seu segundo casamento, com a excêntrica, adultera, fútil e ardilosa Paola. Porém, após uma tramoia da mesma, ele se apaixona pela gêmea de sua mulher, a meiga Paulina, que chega a sua casa se passando pela irmã. (vai ver o resto no Youtube, vai....) Interpretou o mesmo papel em "Mas allá de la usurpadora.
Nos anos 2000, interpretou o mulherengo e aventureiro Carlos Manuel Rivero, na segunda fase de Abrazame muy fuerte. Na trama, Maria do Carmo se apaixona perdidamente por ele na primeira vez que o vê, mas o rapaz é dado a aventuras e se envolve com Débora, a amante do próprio tio, mas se separa dela e passa a namorar Cristina ao ver que é totalmente apaixonado por ela, e Estela o acha um bom homem e como para todos os efeitos é a mãe de Maria do Carmo, consente o namoro, mas antes avisa a Cristina, que fica feliz ao ver a filha despertar para a vida.
Em 2003, ao lado de Adela Noriega, protagonizou Amor Real, uma novela que se passa no século XIX, onde era proibido o romance entre pessoas de classes diferentes.
Em 2007, veio a revolução!! Meu papel preferido já feito por ele. Na telenovela Pasión (exibida no Brasil entre 2010 e 2011 pela CNT), Fernando deu vida a Ricardo de Salamanca y Almonte. O ódio nutrido por anos de seu tio Timóteo para com seu pai fez com que este o acusasse de assassinato após a morte de seu progenitor, obrigando-o a fugir. Na fuga, seu barco é atacado por piratas que dão-lhe duas escolhas: morte ou pirataria. A partir daí passa a ser conhecido como El Antillano. Sequestra Camila Darién , porém esta é comprada por seu tio e herda sua fortuna, após a morte do velho. Com o tempo os dois se apaixonam, e terão que lutar contra muitos para serem felizes (Vai no youtube, vai....)
Em 2008 interpretou Eduardo Juarez y Cruz/Franco Santoro, na envolvente Mañana es para Siempre. Após ser acusado de aproveitador pela malvada Bárbara Greco (tudo por que deu um beijo inocente em Fernanda Elizalde no dia da primeira comunhão da garota) é enviado para um internato na cidade grande, crescendo longe da mãe e dos amigos de infância. Os anos passam e Eduardo, depois de ter se magistrado nos Estados Unidos, volta à fazenda e encontra sua mãe muito doente. Ela conta do suplício que tem vivido e ele jura fazer justiça.
Usando o nome de Franco Santoro, jura revelar a verdade sobre Barbara Greco e Artêmio Bravo, salvar a família Elizalde e, assim, viver feliz com Fernanda. (VAI PRO YOUTUBE OU WIKIPÉDIA SE QUISER SABER MAIS)
Reza a lenda que o SBT comprou a última novela interpretada pelo Galã, Soy tu Dueña, porém, até agora não houve nenhuma confirmação dos fatos pela emissora de Silvio Santos. Dessa vez, o astro protagoniza a trama ao lado de Lucero (que foi a antagonista Barbara Greco em Mañana es para simpre) e Gabriela Spanic (com que atuou em La Usurpadora). Por hora, é só cruzar os dedos e esperar. Neste ano, Fernando completará 46 anos e, por enquanto, não fora chamado para nenhum projeto neste ano. Foi isso. Espero que tenham gostado desse especial!!!
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Myu news: Queen lança álbum com duetos de Freddie Mercury e Michael Jackson
| Michael Jackson e Freddie Mercury em um de seus encontros |
“Michael costumava nos encontrar quando estávamos fazendo turnê nos Estados Unidos. Ele e Freddie se tornaram bons amigos, próximos o suficiente para gravarem algumas faixas na casa de Michael, músicas que nunca viram a luz do dia”, afirmou May.
De acordo com ele, as músicas ficarão prontas no ano que vem. “Conversamos com a família de Jackson e eles estão contentes”, disse. O Queen já havia anunciado planos de lançar um disco com canções antigas com a voz de Freddie Mercury.
terça-feira, 26 de julho de 2011
Especial Telê Santana 80 anos
Boa noiteeeee!!!! A Myu-chan boleira, sem óculos e de chiquinhas resolveu fazer sua estreia falando de um Mestre que, se hoje vivo, estaria completando seu 80º aniversário. É claro que falo do grande Telê Santana, um dos maiores técnicos que o futebol brasileiro já conheceu.
Biografia
Telê jogador
Telê iniciou sua carreira no futebol jogando pelo Fluminense Futebol Clube, sendo campeão de juvenis em 1949 e 1950 e promovido para os profissionais em 1951. A partir daí, despontou seu melhor futebol e conseguiu suas maiores conquistas como atleta. Foi um dos primeiros pontas no futebol brasileiro a voltar para marcar no meio.
A sua contratação pelo Tricolor carioca se deu após fazer um teste contra o Bonsucesso e fazer cinco gols, referendada então pelo Diretor de Futebol do Fluminense daquela época, nada menos que outro ícone histórico deste clube, primeiro capitão e, em 1930, o autor do primeiro gol da Seleção Brasileira em uma Copa do Mundo, João Coelho Netto, o Preguinho.
Foi campeão continental pela primeira vez na Copa Libertadores da América de 1992, ao vencer o time argentino Club Atlético Newell's Old Boys, na disputa de pênaltis, realizada no Estádio do Morumbi.
Após sofrer uma isquemia cerebral em janeiro de 1996, teve que abandonar o futebol e viu a sua saúde debilitar-se bastante, com problemas na fala e na locomoção, entre outros. Apesar de debilitado, acreditava que poderia voltar a trabalhar e, nos dias de mau humor, culpava a família por "impedi-lo". No começo de 1997, chegou a fechar contrato para ser o técnico do Palmeiras, mas seus problemas de saúde impediram que ele assumisse o cargo.
Biografia
Telê jogador
Telê iniciou sua carreira no futebol jogando pelo Fluminense Futebol Clube, sendo campeão de juvenis em 1949 e 1950 e promovido para os profissionais em 1951. A partir daí, despontou seu melhor futebol e conseguiu suas maiores conquistas como atleta. Foi um dos primeiros pontas no futebol brasileiro a voltar para marcar no meio.
Com a camisa do Fluminense jogou 557 partidas e marcou 162 gols, sendo o terceiro jogador que mais atuou pelo clube tricolor e seu terceiro maior artilheiro.
Conquistou como jogador títulos importantes, como: Campeonato Carioca de 1951 e 1959; Torneio Rio-São Paulo de 1957 e 1960; e Copa Rio (Internacional) de 1952.
Quando Telê era jogador, tinha o apelido de "Fio de Esperança", que recebeu após um concurso entre os torcedores promovido pelo jornalista Mário Filho, então diretor do Jornal dos Sports.Telê se transferiu do Fluminense para o Guarani Futebol Clube por conta do presidente histórico do Bugre, o carioca Jaime Silva, ser torcedor do clube carioca e ter influenciado os dirigentes cariocas a permitirem a sua transferência para Campinas.
Telê deu mais uma demonstração de amor ao Fluminense, quando já no final de sua carreira como jogador, atuando pelo Madureira Futebol Clube marcou o único gol de sua equipe na derrota por 5 a 1 para o Flu. Embora aquele gol não tenha influenciado no resultado, Telê chorou ao final da partida por ter feito um gol em seu clube do coração.
Telê treinador
Com uma visão particular de futebol, formada nos muitos anos de trabalho no Fluminense, em que não acreditava em "ganhar por ganhar" ou "ganhar a qualquer custo", era um intransigente defensor de um futebol diferenciado e disciplinador exigente, que exigia de seus comandados uma postura profissional dentro e fora dos campos.
Após encerrar a carreira como jogador, foi aproveitado como técnico e acabou marcando uma época de glórias e estigmas. Começou na categoria de juvenis (atual juniores) do Fluminense, sendo campeão carioca em 1968. Em 1969 foi promovido a técnico do time profissional, sendo campeão carioca e formando a base do time campeão do Torneio Roberto Gomes Pedrosa de 1970. Lá também brigou pelos direitos de seus jogadores, que eram obrigados a entrar e sair do clube pela porta dos fundos. Depois de uma reunião à noite com dirigentes, pediu que abrissem a porta dos fundos para ele. Responderam que ele não era jogador e podia sair pela entrada social, mas Telê recusou-se e pulou o muro, porque não achou ninguém para abrir a porta dos fundos. "Eu disse que também fui jogador e que o aviso servia para mim também", contou, anos mais tarde.
Em 1977, dirigiu o histórico time do Grêmio Foot-ball Porto Alegrense, levando-o a recuperar a hegemonia do Campeonato Gaúcho após oito anos de domínio do Sport Clube Internacional. Após ganhar fama de bom treinador de clubes, com mais uma passagem marcante, agora pela Sociedade Esportiva Palmeiras, em 1979, quando fez um time sem estrelas realizar belos jogos, foi contratado para ser técnico da Seleção Brasileira.
Como treinador da Seleção na Copa do Mundo de 1982, na Espanha, encantou o mundo com um futebol bonito e envolvente, aclamado como o melhor da época. Reconhecendo que privilegiava a técnica, escalou uma esquadra com Zico, Sócrates e Falcão entre outros grandes jogadores da época. Nem assim sua seleção foi uma unanimidade, pois muitos, inclusive o humorista Jô Soares, que criou o bordão "Bota ponta, Telê!", cobravam a presença de um ponta direita no time. "Eu me aborrecia um pouco com isso", contou Telê, mais de vinte anos depois. "O time buscava ocupar o espaço ali, na direita. Se eu tivesse um grande ponta, como o Garrincha, é lógico que ele iria jogar. Comigo sempre jogam os melhores." Mesmo assim, não conseguiu o almejado título, deixando o comando da Seleção.
Retornou para a Copa do Mundo de 1986, no México, como grande esperança brasileira de levantar a taça. Desta vez, buscando valorizar a experiência, montou um time não tão vibrante, com jogadores remanescentes de 1982, alguns já em fim de carreira. Criticado anteriormente por não exigir muita disciplina dos jogadores, voltou mais vigilante, o que resultou no corte da principal revelação do time, o ponta-direita do Grêmio Renato Gaúcho, quando este chegou tarde à concentração, fato que levou o melhor amigo do jogador, o lateral Leandro, a pedir para também sair da equipe. Perdeu a Copa invicto, em uma disputa de pênaltis contra a França (sempre a maldita França). Telê, então, ganhou a alcunha de "pé-frio" por parte da imprensa brasileira, reforçada até por uma capa da revista Placar no ano seguinte, quando o Clube Atlético Mineiro, treinado por ele, foi eliminado nas semifinais da Copa União após passar invicto a primeira fase.
Em Maio de 1990, Telê assumiu o Palmeiras e, na época da fase final do Campeonato Paulista, o alviverde paulista foi eliminado, terminando em quarto na classificação geral e em segundo no seu grupo da fase final, atrás apenas do Grêmio Esportivo Novorizontino por causa de um empate com a Associação Ferroviária de Esporte em 0x0, no Palestra Itália. ficando um ponto atrás do Novorizontino. Por causa disso, a torcida fez um grande quebra-quebra na sala de troféus do clube. Chega o Campeonato Brasileiro, e Telê se demite após uma derrota em casa para o Esporte Clube Bahia por 2x1. Ele se demitiu também pelo fato de, na época, o Palmeiras só ter conseguido apenas uma vitória no campeonato, contra o Internacional: 1 x 0 para o Palmeiras, gol de Betinho.
Foi no São Paulo Futebol Clube que ele acabou de vez com a fama de "pé-frio" e, também, onde viveu os melhores anos da sua carreira como treinador, conquistando muitos títulos pelo clube.
Chegou ao clube em outubro de 1990, para substituir Pablo Forlán. Encontrou um time que, três meses antes, tinha tido um desempenho pífio no Campeonato Paulista, com seu principal jogador, Raí, no banco.
Com a personalidade de sempre, apostou no talento de Raí e também em novatos como Antônio Carlos, Cafu, Leonardo e Elivelton. Levou o time que ocupava uma posição intermediária no Campeonato Brasileiro, até a final, porém ficando com o vice-campeonato frente ao Corinthians, um fato que acabou servindo para, mais uma vez, trazer à tona a fama de "pé-frio".
Em 1991, com o time entrosado, tendo Raí como o líder da equipe em campo e sob o comando de Telê, os jogadores ganharam confiança, evoluíram e conquistaram o Campeonato Brasileiro de 1991. Meses depois encontra o Corinthians na final do Paulistão, mas dessa vez é o São Paulo que saiu como campeão, enterrando de vez a fama de azarado do técnico. Assim, passou a ser o único técnico brasileiro a ter conquistado os quatro principais campeonatos estaduais do país (São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul).
Em dezembro do mesmo ano, venceu o Palmeiras no primeiro jogo da final do Campeonato Paulista, viajou para o Japão, onde conquistou o Torneio Intercontinental, ao vencer o time do Barcelona de virada por 2 x 1 (com Stoichkov abrindo o placar para o Barcelona e com Raí empatando o jogo e também marcando o gol do título mundial) Voltou para o Brasil e venceu, também, o segundo jogo da final do Paulistão, conquistando o bicampeonato consecutivo do Campeonato Paulista. Antes de acabar o ano de 1992, Telê foi premiado como o Melhor técnico da América do Sul.
O ano de 1993 foi o ano mais vitorioso da carreira como técnico, pois ganhou quatro títulos internacionais oficiais, todos eles no mesmo ano e assim acabou conquistando uma Quádrupla Coroa Internacional - sendo até hoje o único técnico do mundo a atingir tal feito.
O primeiro título do ano foi a Copa Libertadores da América, vencendo o Clube Deportivo Universidad Católica por 5 x 3 no resultado agregado, pois empataram em número de pontos (uma vitória para cada lado). A segunda conquista, foi a Recopa Sul-Americana, vencida na disputa de pênaltis contra o Cruzeiro Esporte Clube, após empatarem nos dois jogos. Faltando menos de um mês para o mundial, ainda foi campeão da Supercopa Libertadores, conquistada na disputa de pênaltis contra o Clube de Regatas Flamengo, após empatarem os dois jogos por 2 x 2.
Em dezembro, Telê conquistou novamente o título Intercontinental pelo Tricolor, vencendo o Milan por 3 x 2.
No dia 21 de abril de 2006, depois de ficar por cerca de um mês internado devido a uma infecção intestinal, que desencadeou uma série de outras complicações, o "Mestre" Telê Santana faleceu em Belo Horizonte.
Fica aqui a minha homenagem
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